sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Comer ou não comer Parte II


Depois do dilúvio (Gênesis Caps. 6, 7 e 8) não haviam plantas de nenhuma espécie sobre a terra, o mundo inteiro estava desolado pela enchente global. Quando Noé e sua família desceram da arca não havia o que comer sobre a face da terra e foi então que Deus permitiu que a raça humana começasse a comer carne, condição à qual ela não estava preparada física e psicologicamente. Obviamente essa condição seria temporária afinal começaria logo-logo a crescer novamente na terra as plantas e ervas com as quais o homem estava habituado a se alimentar.
Porém, sabendo Deus da índole desobediente do homem e, sabendo Ele, que o ser humano continuaria com aquela prática “estranha” ao seu corpo, preparou uma lista com o que poderia e o que não poderia, do reino animal, servir de alimento ao homem. Esta lista encontra-se no livro de Levítico no capítulo 11 e também no livro de Deuteronômio no capítulo 14.

Link para o capítulo 11 de Levítico online, clique aqui.

Ajuda com alguns nomes "diferentes" de animais mencionados nos livros citados acima:


Animais imundos em Levítico 11:

Arganaz: Espécie de roedor aparentado com os esquilos.
Quebrantosso: Águia de grande envergadura.
Milhano: Ave de rapina florestal.
Mocho: Família das corujas.
Íbis: Parece uma garça ou um tuiuiú.
Poupa: Uma ave inconfundível, com um bico comprido e curvo, uma crista de pontas escuras e um vôo ondulante, semelhante ao de uma borboleta. Ave migratória.
Locusta: Espécie de inseto que salta, família do gafanhoto.
Doninha: Mamífero, carnívoro, família do furão.
Geco: Parente da lagartixa.

Animais limpos em Deuteronômio 14:

Corça: Família dos veados ou gazela.
Gamo: Semelhante ao veado.

Animais imundos em Deuteronômio 14:

Açor: Ave de rapina, família dos urubus.

Nenhum comentário: